UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO – FACED/ PROJETO IRECÊ
CURSO DE LICENCIATURA – SÉRIES INICIAIS/ ENSINO FUNDAMENTAL
CICLO CINCO – 2010.2
CURSISTA:NÚBIA BARBOSA DOS SANTOS
ATIVIDADE:CEAG PRÁTICAS PEDAGOGICAS E TIC
PROFESSORA:MARISTELA MIDLEJ
A TECNOLOGIA NO DIA-ADIA EM SALA DE AULA
Após as leituras dos textos, Subjetividades, tecnologias e escolas de Márcia Leite e Valter Filé e “Cabeças digitais” um motivo para revisões na pratica docente de Rosane de Albuquerque dos S.Abreu, percebo que a tecnologia estar presente em sala de aula, muitas vezes usamos a tecnologia sem perceber que ela vem se fazendo presente muito mais do que imaginamos e quando não se faz presente a sua ausência é notada.
Hoje não é mais possível pensar na educação sem o uso das tecnologias lembrando que essas tecnologias vai muito além do uso do computador e do data-show. Apesar de termos inúmeros meios para levar a tecnologia para sala de aula é necessário saber como usa-la, pois a metodologias é de fundamental importância para que o aluno adquira conhecimentos e faça parte do mundo digital.
O professor precisa buscar e está envolvido com o mundo da informática porque a cada dia que se passa existe uma cobança para que o seu aluno e o próprio educador estejam falando a linguagem que todos falam. Esta realidade não está presente somente nas escolas, mas, está presente principalmente nas famílias e na sociedade como um todo. O professor também precisa se manter informado para acompanhar os seus próprios alunos, pois na maioria das vezes o alunado está bem mais informado do que o próprio professor.
O educador precisa se manter atualizado em relação a tecnologia,a aula que é realizada fugindo totalmente da realidade das tecnologias é visível o desinteresse dos alunos.Recursos e metodologias devem andar juntos para melhor desenvolvermos uma educação de qualidade e que os nossos alunos sejam incluídos no mundo da informática.
domingo, 7 de novembro de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Teoria e Prática
Universidade Federal da Bahia
Faculdade de Educação-FACED\ Projeto Irecê
Curso de Licenciatura-Série Iniciais\Ensino Fundamental
Ciclo Quatro
Atividade-Diário de Ciclo: do produto ao processo- 2413
Data 10/04/10
Componentes do Grupo: Alaides Nascimento Nunes Pereira, Ana Cristina F. de Souza Cordeiro, Elizabete Rodrigues Novaes Ribas, Júlia Soares da Silva Neta Alves, Núbia Barbosa dos Santos e Têiles Beatriz Meira de Freitas.
Faculdade de Educação-FACED\ Projeto Irecê
Curso de Licenciatura-Série Iniciais\Ensino Fundamental
Ciclo Quatro
Atividade-Diário de Ciclo: do produto ao processo- 2413
Docente: Ana Paula Moreira
Data 10/04/10
Componentes do Grupo: Alaides Nascimento Nunes Pereira, Ana Cristina F. de Souza Cordeiro, Elizabete Rodrigues Novaes Ribas, Júlia Soares da Silva Neta Alves, Núbia Barbosa dos Santos e Têiles Beatriz Meira de Freitas.
Teoria e Prática
Durante o encontro realizado no dia 10 de abril para a discussão do capítulo XI do texto: “Experiência e Pensamento”, do filósofo John Dewey, chegamos à conclusão que o autor considera o conhecimento como uma atividade dirigida, que não tem um fim em si mesmo, porém está ligada à experiência. Para ele, as crianças necessitam de oportunidades para a resolução dos problemas, considerando a noção da experiência.
Ao chegar à escola a criança traz os seus conhecimentos que são adquiridos desde o seu nascimento na vivência com seus familiares. Já na convivência escolar existem trocas de aprendizagens entre as crianças e por menores que sejam estão sempre aprendendo com os outros. Assim, escola deve ter a criança como centro oferecendo espaço para seu desenvolvimento, valorizando a capacidade de pensar dos mesmos, preparando-os para questionar a realidade, unir a teoria e prática, problematizar, educar a criança como um todo nos aspectos: físicos, emocionais e cognitivos.
Refletindo sobre a Democracia e educação: É importante que o professor tire momentos da aula, na qual os alunos pratiquem movimentos corporais para que os mesmos sintam segurança ao desenvolverem as atividades dirigidas. Analisando sempre que, o ponto de partida de todo processo de pensar parte da busca de informações do pensamento. A pessoa ativa e criativa possui uma postura sempre firme em relação aos diversos problemas que enfrentam, não querendo fazer parte de tais problemas, mas sim das soluções. No nosso caso, estamos buscando mais informações para formar cidadãos críticos e reflexivos e também adquirirmos soluções de aprendizagens para a nossa vida cotidiana.
Essas experiências contribuem para compreendermos que errar é humano, e assim termos segurança que a teoria e prática estão interligadas nas nossas vivências. Isto nos leva a pensar no nosso lado profissional e na auto-estima do aluno.
Acreditamos que raramente paramos para refletir quando as coisas não vão bem, portanto a reflexão flui quando precisamos resolver algo. Quando temos na sala um aluno que não consegue acompanhar a turma, isso leva o professor a refletir, pois é nesse momento que surgem as dúvidas, as incertezas e mais um problema a ser resolvido.
domingo, 16 de maio de 2010
Palestra Autoria e Formação
Aos vinte e quatro de abril de dois mil e dez, aconteceu no auditorio da UFBA na cidade de Irecê a palestra Autoria e Formação com a professora Marcea Salles, na oportunidade falou com grande sabedoria a respeito do desejo de aprender.
No momento a professora expressou a sua alegria de está mostrando a defessa do seu doutorado, disse que em seu trabalho tem muito do grupo do projeto Irecê, trbalhos com os cursistas, acolhidas e as discurssões,
contou um pouco da correria que viveu durante o processo de estudo e trabalho.
Concordo com Marcea Salles quando diz"O que nos move no curso é o desejo de aprender",realmente é esse desejo que nos leva a pecorrer o dia-a-dia, é um desejo maior que as dificuldades e o cansaço, esse desejo de aprender é simplismente enorme.
No momento a professora expressou a sua alegria de está mostrando a defessa do seu doutorado, disse que em seu trabalho tem muito do grupo do projeto Irecê, trbalhos com os cursistas, acolhidas e as discurssões,
contou um pouco da correria que viveu durante o processo de estudo e trabalho.
Concordo com Marcea Salles quando diz"O que nos move no curso é o desejo de aprender",realmente é esse desejo que nos leva a pecorrer o dia-a-dia, é um desejo maior que as dificuldades e o cansaço, esse desejo de aprender é simplismente enorme.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Politicas Públicas
Na atividade 2414 de Politicas Públicas ,o professor trouxe esclarecimento, lembretes e novas informações a respeito do ensino fundamental de nove anos.Assunto este que é de grande inportãncia para os profissonais da área de educação, foi um encontro muito rico em aprendizagens , pois o professor Daelcion com o seu grande conhecimento sobre o conteúdo e a facilidade que possuem para passa-lo provocou um bate- papo uma conversa em que ficou claro as mudanças ocorridas na LDB (Lei de Diretrizes e Bases),lembrando que a primeira foi em 1961 a qual garantia apenas quatro anos de ensino fundamental,passando para seis anos com a lei de 1970 e em 1971 a lei já garantia oito anos de ensino fundamental, 25 anos depois é sinalizado o ensino fundamental de nove anos exatamente em 1996 e a lei só é aprovada em 9 de janeiro de 2001.Saiba o que aconteceu em 2006,2008 e o que diz até 2010, é inportante ficar por dentro do ensino fundamental de nove anos.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Palestra Produção Colaborativa e Recursos Educacionais Abertos
No dia 13 de março de 2010 participei da palestra, Produção colabarativa e recursos educacionais abertos, com o professor Nelson Pretto. Na oportunidade o palestrante falou da qualidade na formação dos professores e qualidade dos materiais educacionais, destacando a importância de trabalhar com os materiais culturais, lembrando que temos uma sala de aula cheia de alunos com muitos querendo aprender por isso, não devemos nos conformar com pouco e com o pequeno e sim utrapassar e seguir novos horizontes.Concordo com o professor Nelson Pretto quando diz que a lógica do compartilhamento é fundamental para a nossa educação.Acredito que a colaboração é o caminho para crescer e vencer as fronteiras culturais fortalecendo o coletivo.
sábado, 2 de janeiro de 2010
De Porta em Porta
Universidade Federal da Bahia
Faculdade de Educação- FACED\ Projeto irecê
Curso de Licenciatura-Séries Iniciais\ Ensino Fundamental
Ciclo Três- 2009.2
Professor:João Danilo B. de Oliveira
Cursista: Núbia Barbosa dos Santos
O filme é dirigido por Steven Schachter e conta a história de Bill Porter ( William H. Macy), que nasceu com uma paralisia cerebral por isso, tem apresentadodificuldade ao falar e caminhar, porém com o, grande apoio e incentivo de sua mãe, ele consegiu superar as limitações e o preconceito.Após perder sua mãe surgiu em sua vida uma asistente e grande amiga Shelly Soomky Brady ( Kyra Sedgwick). Com seu esforço e dedicação Bill Porter consegiu o seu objetivo, que era ser um trabalhador digno de admiração pela suas competência e não de piedade.Bill Porter supera tudo, porque vai a luta e prova a sua capacidade, não admitindo ser tratado com inválido e mostra que pode se comunicar a ponto de se tornar o maior vendedor do ano, sendo reconhecido e homenageado pela empresa, durante a sua fala Bill lembra de sua mãe e das palavras que ela escreveu no sanduiche no seu primeiro dia de trabalho, Paciência e Persistência. Bill, mostra que para mudar é necessário querer, lutar e nunca disistir.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Produção Livre
Faculdade de Educação- FACED\Projeto Irecê
Curso de Lincenciatura- Séries Iniciais\ Ensino Fundamental
Ciclo Três-2009.2
Cursistas: Ariande Alves,Gildete Souza, Núbia Barbosa
12 kg de tempo disponível
01 kg de paciência
05 kg de estratégias de leituras
08 kg de conhecimentos adquiridos
05 kg de belas palavras
06 kg de estudos orientados
01 pitada de ideias dos colegas
Modo de Fazer
Distribua o tempo disponível de tecnologia para blogger, fóruns,lista de discussão, Revista AREDE,projeto de inclusão digital não esquecendo de fazer as leituras dos textos que estão no moodle.Imediatamente coloque a paciência do GECI aos sábados e espere alguns minutos. Em seguida, acrescente as estratégias do GELIT Odisseia, juntamente com a dedicação dos participantes da atividade A Pedagogia ao Longo da História, adicione todos os conhecimentos de Tensões na Escola e mais as correntes teóricas e filosóficas de Modo de Aprender, adicione uma pitada das ideias e sugestões dos colegas e armazene tudo em sua mente. Aos poucos vai acrescentando toda hipótese de escrita e leitura e também toda a visita á biblioteca, peque toda orientação e leve ao seu PC durante quatro meses, decore com todos os gêneros e belas palavras bem escritas, não esqueça de deixar por alguns dias nas mão de sua orientadora, pois ela é quem primeiro vai provar e dizer se é preciso colocar mais algum ingrediente. Agora é só levar para a Secretaria Acadêmica da UFBA e aguardar o resultado no seminário do ciclo IV.
domingo, 29 de novembro de 2009
Filme "O Ano Em Que Meus Pais Sairam de Férias"
Universidade Federal da Bahia
Faculdade de Educação- FACED\ Projeto Irecê
Curso de Licenciatura- Séries Iniciais\ Ensino Fundamental
Ciclo Três-2009-2
Cursista- Núbia Barbosa dos Santos
Filme " O Ano Em Que Meus Pais Sairam de Férias".
O filme é dirigido por Cao Hamburger,a história acontece em 1970, o brasil vive a ditadura militar. Mauro (Michel Joelsas) um garoto de 12 anos apaixanado por futebol realiza o sonho de ver o país tricampeão mundial de fultebol. Sua vida muda completamente quando seus pais são obrigados a fugir por serem perseguidos pela ditadura e Mauro passa a ter uma nova vida ao lado de um felho judeu solitario, vive tristezas e alegrias esperando com grande expectativas pela volta de seus pais. É um filme singelo e delicado, traz a guestão da amizade e solidariedade dos judeus e também a ditaduta militar juntamente com a copa de 1970.
Projeto de Inclusão Digital
PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES – MUNICÍPIO DE IRECÊ
CURSO DE PEDAGOGIA – ENSINO FUNDAMENTAL/SÉRIES INICIAIS
CICLO TRÊS – 2009.2
Cursistas: Alaides Nascimento Nunes Pereira, Ana Cristina Ferreira de Souza Cordeiro, Elizabete Novais Ribas, Núbia Barbosa dos Santos e Têiles Beatriz Meira de Freitas
O projeto foi para o Barrio Loteamento Felix na cidade de Irecê Bahia. Diante da carência tecnológica da comunidade pensamos em um projeto que possa inserir a comunidade no mundo digital. Veja o projeto " Comunidade Felix Tecnologia Educativa", no blogger da colega Ana Cristina.
CURSO DE PEDAGOGIA – ENSINO FUNDAMENTAL/SÉRIES INICIAIS
CICLO TRÊS – 2009.2
GEAC INCLUSÃO DIGITAL
Profs. Maria Helena S. Bonilla, Sule Sampaio e Ariston EduãoCursistas: Alaides Nascimento Nunes Pereira, Ana Cristina Ferreira de Souza Cordeiro, Elizabete Novais Ribas, Núbia Barbosa dos Santos e Têiles Beatriz Meira de Freitas
O projeto foi para o Barrio Loteamento Felix na cidade de Irecê Bahia. Diante da carência tecnológica da comunidade pensamos em um projeto que possa inserir a comunidade no mundo digital. Veja o projeto " Comunidade Felix Tecnologia Educativa", no blogger da colega Ana Cristina.
9º Relatório de Inclusão Digital
Licenciatura em Pedagogia – Séries Iniciais
Ciclo Três – 2009
Professora: Maria Helena Bonilla
Cursistas: Alaídes Nascimento, Ana Cristina, Elizabete Novais, Núbia Barbosa e Têiles Beatriz.
9º Relatório de Inclusão Digital
No dia 23 de novembro, nos reunimos na casa de Ana Cristina das 18:00 às 22:00 horas, para realizarmos a correção do Projeto de Inclusão Digital com a duração de 4 horas que na oportunidade lemos alguns capítulos do livro Escola Aprendente: para além da sociedade da informação da professora Maria Helena Bonilla o mesmo contribuiu para refazer a introdução do projeto e ajustes necessário para a citação.
Estiveram presentes todos os componentes do grupo para refazer o projeto de Inclusão Digital.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Educação Especial
Universidade Federal da Bahia
Faculdade de Educação- FACED\ Projeto Irecê
Curso de Licenciatura- Séries Iniciais\ Ensino Fundamental
Ciclo Três- 2009-2
Professor- Jaão Danilo Batista de Oliveira
Cursista- Núbia Barbosa dos Santos
A atividade de Educação Especial aconteceu nos dias 16 e17 de novembro de 2009, com o professor João Danilo Batista de Oliveira. Em um curto espaço de tempo ele mandou muito bem no assunto,ouvimos muitas informações durante a atividade. Falou-se a respeito do preconceito,coisa que nasceu há muitos anos atraz dentro da própria família, assim excluindo suas crianças da sociedade e impedindo que elas se desenvolvessem ,pois através do brincar e até do brigar elas estão desenvolvendo suas linguagens.O convivio com outras crianças propociona um grande aprendizado socializando a cada dia.
Segundo o professor João Danilo " A inclusão surgiu da necessidade, é a diferença na igualdade".
Para que eu inclua o aluno com necessidade especial é preciso primeiro pensar o que
estou fazendo para excluir, devemos alterar aquilo que provoca a exclusão. E muitos foram os conhecimentos passados sobre a Educação Especial, saiba mais a respeito do assunto, é importante conhecer.
Reflexão da Palestra "A Cartografia da Escola ao Longo do Tempo"
Universidade federal da Bahia
Faculdade de Educação- FACED\ Projeto Irecê
Curso de LIncenciatura- Séries Iniciais\ Ensino Fundamental
Ciclo Três -2009.2
Professora -Edilene Maioli
Cursista- Núbia Barbosa dos Santos
Aos 14 de novembro 2009, participei da palestra "A Cartografia da Escola ao Longo do Tempo", com a professora Edilene Maioli. Ao iniciar a professora fez a leitura da bela crônica "A Hora de Dormir" de Fernando Sabino, foi interessante pois, muitos se identificaram com a leitura.Refletimos a respeito da indisciplina e percebemos que não é uma coisa que ninguém nunca viu.
A palestra levou cada um a pensar sobre, o que a escola? qual o papel da escola? e para que serve a escola? A escola ainda é muito fechada para mudanças mas, é o lugar onde nossos filhos e alunos vão para aprender conteúdos e regras, socializar e também para trocar conhecimentos.A criança frequenta outros ambientes de aprendizagem como a igreja, grupo de amigos entre outros, a escola é a vida real,é mais que informações, serve para adquirir habilidades e competências, todos espaços da escola são formativo e não apenas as aulas.O papel desenvolvido pela escola sempre foi trabalhado, só não era cobrado.Na escola não se cresce sozinho além disso hoje temos escola para todos.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Reflexão Individual Sobre a Atividade de Alfabetização Dois
Faculdade de Educação- FACED\Projeto Irecê
Curso de Licenciatura- Séries Iniciais\Ensino Fundamental
Ciclo Três-2009-2Professora- Giovana Cristina Zen
Cursista- Núbia Barbosa dos Santos
“A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente está sede” (Carlos Drummond de Andrade)
Participar da atividade de Alfabetização Dois com a professora Giovana Cristina Zen foi uma experiência marcante. Durante os encontros discutimos o sistema de leitura e escrita, vi o quanto às crianças aprendem sobre o sistema de escrita quando participam de atividade de leitura como, associar o som a escrita, comparar tipos de textos, formação da palavra, letra inicial e final da palavra e questões ortográficas. Foi visto a importância do trabalho com os nomes próprios no processo de alfabetização, pois são os primeiros nomes que as crianças têm contato e aprendem que as palavras têm uma sequência de letras e elas são estáveis.
Ao realizar em minha sala de aula o ajudante do dia, cada aula é estudado o nome de um colega, percebo que a aprendizagem realmente acontece, assim a criança também aprende que a escrita tem um característica quantitativa, que uma palavra pequena tem pouca letra e a palavra grande tem muitas letras.
Sabendo que as crianças utilizam as estratégias de leitura para aprender a ler, discutimos hipóteses de leitura com atividade prática a qual foi realizada com alunos do 1º Ano D da professora Alaides Nascimento da Escola Municipal Marcionilio Rosa. Percebi a importância de realizar atividade de leitura com textos que as crianças já conhecem de memória, concordo com a professora Giovana quando diz, “o material que colocamos na sala de aula não é apenas para enfeitar a sala, mas, para ser um campo de repertório para as crianças”.
Esse campo de repertório deve ser composto de nomes da turma, de textos conhecidos de memória como músicas, parlendas, poesias, títulos de histórias infantis e outros trabalhados no decorrer de todo o ano, assim as crianças terão um repertório para recorrer ao realizar as atividades de leitura.
Nesta atividade tive a oportunidade de tirar várias dúvidas em relação ao processo de alfabetização, como atividades realizadas em grupos a aprendizagem acontece com mais sucesso, pois os conhecimentos dos alunos são confrontados.
É fundamental que o professor passe informações para a criança, são elas que vão facilitar as estratégias de leitura, precisamos dar informações não para resolver, mas para continuar a problematização. O processo de alfabetização continua sendo um estágio de descoberta e aprendizagem tanto para o aluno quanto para o professor.
domingo, 15 de novembro de 2009
8º Relatório de Inclusão Digital
Universidade Federal da Bahia – UFBA
Faculdade de Educação – FACED
Licenciatura em Pedagogia – Séries Iniciais
Ciclo Três – 2009
Professora: Maria Helena Bonilla
Cursistas: Alaídes Nascimento, Ana Cristina, Elizabete Novais, Núbia
Barbosa e Têiles Beatriz.
8º Relatório de Inclusão Digital
No dia 07 de novembro, nos reunimos na casa de Elizabete Novais das 14:00 as 19:00 horas, para realizarmos mais um estudo e discussão do Geac de Inclusão Digital com a duração de 5 horas que na oportunidade lemos e discutimos o Texto: Internet no Brasil: O acesso para todos é possível? Autor Carlos A. Afonso.
O texto retrata sobre a importância de um plano estratégico para a sociedade da informação no Brasil, sob a égide do Ministério da Ciência e Tecnologia com o apoio do Governo Federal.
Esperamos que realmente os problemas de acesso a internet sejam solucionados e que tenhamos uma internet de qualidade para todos.
Estiveram presentes todos os componentes do grupo para este estudo.
( Alaides, Ana Cristina, Elizabete, Núbia e Têiles Beatriz)
7º Relatório de Inclusão Digital
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DAS SÉRIES
INICIAIS/ENSINO FUNDAMENTAL
RELATÓRIO DO 7ª ESTUDO SOBRE INCLUSÃO DIGITAL
No dia 02 de novembro nos reunimos na casa de Núbia Barbosa para continuarmos a elaboração do projeto de inclusão digital. Com 5 horas de duração, das: 15:00 às 20:00 hs.
Na qual, tivemos que irmos à casa da representante da associação do bairro para colhermos algumas informações necessárias para o projeto. Depois Foram discutidos a avaliação do projeto, os objetivos específicos e as referencias. pois no outro encontro só foi contemplado o objetivo geral. Em seguida fizemos os reajustes que faltavam para terminarmos o projeto.
CURSISTAS:
ALAIDES
ANA CRISTINA
ELIZABETE
NÚBIA BARBOSA
TÊILES
Afrodite- Deusa do Amor
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Educação
Pedagogia- Ensino Fundamental\ Séries Iniciais
Ciclo Dois-2009-2
Atividade-2209 Estudo da Obra Odisseia
Professora- Rúbia Magareth Dourado
Cursista- Núbia Barbosa dos Santos
Na mitológia grega Afrodite era a deusa do amor, da beleza corporal e do sexo.Para os gregos, ela tinha uma influência no desenvolvimento e prazer sexual das pessoas. È filha de Zeus (deus dos deuses) e Dione (deusa das nifas).
Casou-se com Hefesto (deus do fogo). Porém em função de suas vontades e desejos, possuiu vários amantes (homens mortais e outros deuses). Chegou a ter filhos, Enéias (importante herói da guerra de Tróia) com o amante Anqueses. Teve outros filhos: com Hermes (deus mensageiro) teve o filho Hermafrodito, com Ares (deus da guerra) teve os filhos Heros (deus da paixão e do amor) e Anteros ( deus da luz da cura e da doença) teve o filho Himeneu (deus do casamento) Com Dionosio (deus do prazer, das festas e do vinho ) teve o filho Príapo (deus da fertilidade).
O atributo de Afrodite era o espelho, pois ela era muito bonita e não admitia que nenhuma outra mulher tivesse uma beleza comparavel com a sua.
Pedagogia- Ensino Fundamental\ Séries Iniciais
Ciclo Dois-2009-2
Atividade-2209 Estudo da Obra Odisseia
Professora- Rúbia Magareth Dourado
Cursista- Núbia Barbosa dos Santos
Na mitológia grega Afrodite era a deusa do amor, da beleza corporal e do sexo.Para os gregos, ela tinha uma influência no desenvolvimento e prazer sexual das pessoas. È filha de Zeus (deus dos deuses) e Dione (deusa das nifas).
Casou-se com Hefesto (deus do fogo). Porém em função de suas vontades e desejos, possuiu vários amantes (homens mortais e outros deuses). Chegou a ter filhos, Enéias (importante herói da guerra de Tróia) com o amante Anqueses. Teve outros filhos: com Hermes (deus mensageiro) teve o filho Hermafrodito, com Ares (deus da guerra) teve os filhos Heros (deus da paixão e do amor) e Anteros ( deus da luz da cura e da doença) teve o filho Himeneu (deus do casamento) Com Dionosio (deus do prazer, das festas e do vinho ) teve o filho Príapo (deus da fertilidade).
O atributo de Afrodite era o espelho, pois ela era muito bonita e não admitia que nenhuma outra mulher tivesse uma beleza comparavel com a sua.
domingo, 8 de novembro de 2009
ATIVIDADE DO GEAC DE INCLUSÃO DIGITAL
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DAS SÉRIES INICIAIS/ENSINO FUNDAMENTAL
RELATÓRIO DO 6ª ENCONTRO SOBRE INCLUSÃO DIGITAL
No dia 30 de outubro nos reunimos na casa de Têiles Beatriz para continuarmos a elaboração do projeto de inclusão digital. Com três horas de duração, das 19:00 às 22:00 hs.
Foram discutidos os objetivos, as metodologias e as algumas atividades desenvolvidas no projeto.
CURSISTAS:
ALAIDES
ANA CRISTINA
ELIZABETE
TÊILES
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
“BIBLIOTECA DENTRO E FORA DA ESCOLA”
“Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem”. (MÁRIO QUINTANA)
PROBLEMÁTICA:
Observamos a falta de uma biblioteca e de livros atraentes para que possa motivar as crianças a terem prazer de mergulhar no mundo da leitura.
a leitura tem um papel essencial e decisivo para um avanço mais significativo que as escolas vem desenvolvendo. Não há nação desenvolvida que não seja uma nação de leitores. É importante perceber que o hábito de leitura de um povo não pode ser considerado igual à sua alfabetização. Saber ler não é suficiente para ter-se familiaridade ou convívio permanente com a leitura. Os leitores ativos, que desde a infância adquiriu o hábito de leitura e que todo o dia manipula com facilidade uma grande quantidade de informação escrita.
TEMÁTICA: “BIBLIOTECA DENTRO E FORA DA ESCOLA”
JUSTIFICATIVA:
Diante da necessidade de despertar nos alunos o gosto pela leitura e conhecer o acervo da biblioteca Municipal e escolar pensamos na possibilidade de envolver os alunos neste projeto de leitura. Devido à falta de hábitos de leitura no cotidiano dos alunos dentro e fora da escola, o projeto surgiu para promover momentos em que os alunos possam ter contatos com diversos tipos de textos. Oferecendo aos mesmos, oportunidades de ingressarem no mundo da leitura conduzido pelo prazer, tornando-se leitores competentes e atuantes.
FUNDAMENTAÇÂO TEÒRICA:
Segundo Delia Lerner “a leitura é como função (explícitas) da instituição escolar é comunicar saberes e comportamentos culturais as novas gerações, a leitura e a escrita existem nela para ser ensinadas e aprendidas”. (LERNER, 2002 p.19)
È interessante que os alunos se envolvam desde os primeiros anos escolares com as práticas de leitura. Segundo Magda Soares não basta apenas saber ler e escrever, é preciso também saber fazer uso do ler e do escrever, saber responder as exigências de leitura e de escrita que a sociedade faz continuamente (SOARES, 2000 p. 20).
Segunda pesquisa realizada por EMÍLIA Ferreiro “A criança aprende a ler e escrever por que é desafiada a confrontar suas hipóteses sobre leitura e escrita com outras possibilidades (convencionais) que serão oferecidas pelo professor” (FERREIRO 1999 p. 22)
Segundo ISABEL SOLÉ “o ensino da leitura pode e deve ocorrer em todas as suas etapas (antes, durante e depois) e que restringir a atuação do professor a uma dessas fases seria adotar uma visão limitada da leitura e do que pode ser feito para ajudar as crianças a dominá-la”. (SOLÉ, 1998 p. 75).
OBJETIVO GERAL:
Possibilitar aos alunos o hábito de ler, valorizando a leitura como fonte de informação e aprendizagem, proporcionando o prazer pela leitura.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
CONCEITUAIS:
• Ampliar o conhecimento a respeito da própria leitura;
• Conhecer e ter acesso a diversos tipos de texto;
• Adquirir o gosto pela leitura;
• Identificar textos diversos;
• Compreender textos lidos;
PROCEDIMENTAIS:
• Socializar momentos de leitura prazerosa
• Participar ativamente de situações de leitura
• Indicar textos de sua preferência
• Produzir textos, coletivo em dupla e individual (Com ou sem ajuda do professor)
• Organizar e reescrever textos conhecidos
• Revisar textos, coletivos e em dupla (com a ajuda do professor)
• Compreender a estrutura de algumas tipologias textuais
ATITUDINAIS:
• Manusear cuidadosamente livros, revistas, jornais e outros.
• Respeitar e ouvir os colegas nas atividades de expressão oral
• Vivenciar emoções da fantasia e da imaginação
• Comentar sobre livros conhecidos
• Produzir textos, coletivo em dupla e individual (Com ou sem ajuda do professor)
• Organizar e reescrever textos conhecidos
• Revisar textos, coletivos e em dupla (com a ajuda do professor)
• Compreender a estrutura de algumas tipologias textuais.
CONTEUDOS CONCEITUAIS:
• Leitura e escrita
• Diversidade textual
• Compreensão de texto
• Linguagem oral
• Estratégias de leitura. (leituras em diversos ambientes, em outras escolas, nas praças, em algumas residências dos alunos e nas bibliotecas da cidade).
• Ortografia
• Pontuação
CONTEUDOS PROCEDIMENTAIS:
• Socialização de pratica de leitura
• Interpretação de texto (Compartilhados, individual)
• Reconto oral e escrito (Coletivo, em dupla e individual)
• Roda de conversa e roda de história
• Estrutura textual
CONTEUDOS ATITUDINAIS:
• Valorização dos momentos de leitura
• Cuidado com os livros
• Interação com o grupo
• Compromisso com as atividades
• Interesse
• Apreciação pelas leituras lidas e ouvidas
METODOLOGIA:
• Leitura de contos e texto diversos a serem escolhidos, no baú, espalhados pelo chão ou no mural de leitura.
• Reescrita de contos de sua preferência ou escolhido pelo professor
• Apreciação de conto através de som, retro-projetor, data - show, TV e DVD.
• Construção de painéis com personagens e o cenário dos contos
• Confecção dos livrinhos de conto para fazerem as produções dos textos
• Interpretação de conto e de texto oral e escrito
• Realização de momento de leitura em outros ambientes fora da sala de aula e da escola.
• Dramatização de contos no pátio para outras turnas da escola
• Leitura e discussão dos textos lidos
• Analise fílmica (Analisem de filmes, cenas ou imagens para que os alunos ganhem maiores repertórios para escrita).
• Produção de texto (Produção de texto coletivo e individual)
• Confecção de mural com títulos de livros, propaganda e fotografia (para fixar na sala e no pátio da escola).
• Produzir convites no coletivo para as famílias e outras repartições.
• Ilustrações de cantigas de roda, poemas e contos.
• Montagem de texto em tirinhas, palavras e letras movem.
• Leitura e interpretação de imagens
• Visita à biblioteca municipal e a biblioteca da UFBA
• Visitas a outras escolas do município.
ETAPAS PREVISTAS:
• Apresentação do projeto
• Contato freqüente
• Intercambio entre as escolas
• Planejamento das ações
• Avaliação do projeto
• Fazer a carteira do leitor (na biblioteca da UFBA)
• Dramatização de alguns contos.
RECURSOS UTILIZADOS:
• TV, DVD e SOM
• Papel diverso
• Cola
• Livros e textos ( revistas, jornais e gibis)
• Tesoura
• Tapetes e almofadas
• Caderno, lápis e borracha
• Lápis de cor e giz de cera
• Câmera digital
• Microfone
• Pincel atômico
• Retro projetor
• Data-show
• Tintas de pinceis
PÚBLICO ALVO:
Professores, gestores, coordenação, família e alunos das escolas:
- Escola Municipal Marcionílio Rosa,
- Escola Municipal Luiz Viana Filho,
- Escola Marcondes Félix.
CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES:
DATAS ATIVIDADES
19/10/09 APRESENTAÇÃO DO PROJETO DE LEITURA
20/10/09 RODA DE LEITURA NA SALA. TODAS AS SEGUNDAS E ORGANIZAÇÃO DO CADERNO DE PRODUÇÃO TEXTUAL
26/10/09 REESCRITA INDIVIDUAL DE TEXTO QUE SABEM DE MEMORIA
NO CADERNO DE PRODUÇÃO TEXTUAL INDIVIDUAL
18/11/09 VISITA A BIBLIOTECA DA UFBA PARA FAZER A CARTEIRINHA DO LEITOR E APRECIARMOS OS LIVROS
26/10/09 MOMENTO DE LEITURA FORA DA ESCOLA
IREMOS LER PARA UM GRUPO DE EDUCAÇÃO INFANTIL NA ESCOLA MUNICIPAL LUIZ VIANA FILHO
27/10/09 APRECIAÇÃO DE ESCUTA DE CONTOS COM O SOM E LOGO APÓS
VISITA Á BIBLIOTECA DA ESCOLA PARA FAZERMOS A LEITURA DOS CONTOS
30/10/09 ANALISE FILMICA PARA DAR MAIS SUPORTE AOS ALUNOS NO MOMENTO DE FAZEREM SUAS PRODUÇÕES TEXTUAIS
03/11/09 CONSTRUÇÃO DE UM PAINEL COM TÍTULOS, E COM PERSONAGENS E CENÁRIOS DOS CONTOS, CANTIGAS DE RODAS E POESIAS. ESSA É UMA ATIVIDADE EM GRUPO
04/11/09 LEITURA E DISCUSSÃO DE TEXTO ATRAVÉS DO RETRO-PROJETOR
06/11/09 LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE CONTO ORAL E DEPOIS ESCRITO
09/11/09 ESCUTA DE POEMAS ATRAVÉS DO SOM E EM SEGUIDA, CADA ALUNO IRÁ TENTAR PRODUZIR SEU POEMA.
10/11/09 MONTAGEM DE TEXTO EM TIRINHAS, PALAVRAS E LETRAS MOVEM. ESSA ATIVIDADE É DIFERENCIADA DE ACORDO COM A HIPOTESE DE ESCRITA E DE LEITURA DE CADA ALUNO, É UMA ATIVIDADE EM DULA.
13/11/09 PRODUÇÃO DE CONVITES PARA AS FAMÍLIAS PARA PARTICIPAR DO MOMENTO DE LEITURA.
16/11/09 APRECIAÇÃO DE LIVROS EM DUPLA /OU INDIVIDUAL ALUNO E MÃES, NA PRAÇA DA BÍBLIA.
17/11/09 ANALISAR A PONTUAÇÃO DE UM CONTO ATAVÉS DA DATA-SHOW.
20/11/09 MOMENTO DE LEITURA NA CASA DE UM DOS ALUNOS A CONVITE DAS MÃES.
23/1 DUÇÃO DE CONTOS INFANTIS EM DUPLA, CADA DUPLA COM UM CONTO DIFERENTE.
24/11/09 OS ALUNOS IRÃO FAZER UMA ANALISE DE IMAGENS DE CONTOS INFANTINS EM GRUPO, E DEPOIS. SOCIALIZAR PARA A TURMA QUE PARTES DA HISTÓRIA ESTÁ FALTANDO. CADA GRUPO FICARÁ COM UM CONTO DIFERENTE.
27/11/09 MOMENTO DE LEITURA COM AS MÃES E FILHOS NO PÁTIO DA ESCOLA, ENVOLVENDO TAMBÉM PESSOAL DE APOIO E ALUNOS DE OUTRAS SALAS, UTILIZANDO DIVERSAS TIPOLOGIAS TEXTUAIS.
30/11/09 VISITA A BIBLIOTECA MUNICIPAL
01/12/09 LEITURA DE TEXTO ESCOLHIDO PELOS ALUNOS PARA LER NA RÁDIA DA ESCOLA. ESSE MOMENTO ACONTECERÁ OUTROS DIAS QUE SERÁ AGENDADO NA SALA DE AULA COM OS ALUNOS.
02/12/09 LEITURA DE TEXTO INDICADO PELA FAMÍLIA PARA LER NO PÁTIO DA ESCOLA NO MOMENTO DA ABERTURA. ESSE MOMENTO TAMBÉM ACONTECERÁ NA SALA DE AULA.
02/12/09 APRECIAÇÃO DE LIVROS ATRAVÉS DE LEITURAS COM ALUNOS E MÃES NA PRAÇA AIRTON SENNA.
07/12/09 VISITA A ESCOLA FELIX, PARA PROPORCIONAR UM MOMENTO DE LEITURA DIFERENTE, OS ALUNOS IRÃO OUVIR HISTÓRIAS, OU FICAR A VONTADE PARA LEREM SOZINHOS.
07/12/09 PRODUÇÃO INDIVIDUAL DE CONTOS INFANTIS NO CADERNO DE PRODUÇÃO. ESSE MOMENTO TERÁ OUTROS NA SALA.
08/12/09 REVISÃO DE TEXTOS NA SALA EM DUPLA, CADA UMA IRÁ REVISAR UM TEXTO DE UM COLEGA COM AJUDA DO PROFESSOR. ESSE MOMENTO SERÁ FEITO OUTRAS VEZES.
08/12/09 LEITURA E ILUSTRAÇÃO DE TODOS OS TEXTOS PRODUZIDOS POR ELES, TRABALHO SERÁ INDIVIDUAL.
09/12/09 MOMENTO DE LEITURA, BEM DESCONTRAIDO NA ESCOLA. E NO MOMENTO DA ABERTURA.
11/12/09 INTERAÇÃO DE LEITURA COM OS ALUNOS NA ESCOLA SÃO PEDRO.
MOMENTO DE LEITURA NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO.
11/12/09 LEITURA DE CONTOS INFANTIS, POEMAS E OUTROS GÊNEROS NAS SALAS DA ESCOLA PELOS ALUNOS. SERÁ FEITO
16/12/09 ENSAIOS DAS DRAMATIZAÇÕES. SERÁ FEITO
21/12/09 ENCERRAMENTO DO PROJETO COM RECITAL DE POESIA PELAS MÃES, DRAMATIZAÇÃO DE CONTOS INFANTIS PELOS ALUNOS E DIVERSÃO COM AS ADVINHAS PELOS ALUNOS UTILIZANDO OS FANTOCHES.
AVALIAÇÃO:
As observações serão realizadas constantemente e processualmente, dentro das ações da turma, seguidas de intervenções por parte do professor.
Segundo os PCN, “os critérios de avaliação devem ser tomados em seu conjunto, considerados de forma contextual e, muito mais do que isso, analisados à luz dos objetivos que realmente orientaram o ensino oferecido aos alunos”. (PCN, 1997, p. 95)
• Inicial: Registro coletivo
• Processual: Ficha de acompanhamento, caderno de produção textual e painel.
• Final: Relatório dos alunos coletivo, relatório dos pais e apresentação de uma dramatização.
BIBLIOGRAFIA:
FERREIRO, Emília e TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre, Artmed, 1999.
LERNER, Delia, Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artimed, 2002.
PCN Língua Portuguesa, Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. 3ª Ed. – Brasília, 2001.
SOARES, Magda, Letramento: um tema em três gêneros 2ª ed. Belo Horizonte: Autentica, 2000.
SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Artmed, 1998.1/09 PRO
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